O que me intriga é o quanto se investe em arte em um evento como a Bienal do Mercosul que acontece até o final de novembro em Porto Alegre. São milhões e milhões de reais. Grandes empresas, bancos, governo federal e estadual botam dinheiro para trazer até a capital dos gaúchos grandes obras. Em uma visita rápida, feita no segundo dia da mostra, tirei várias fotos. Uma Kombi cheia de areia. Uma árvore de cabeça para baixo. Uma casa com raízes saindo pelas janelas. Dá vontade de discutir o valor de algo assim. Por isso vou parando de escrever. Porque arte... é arte.
sábado, 17 de outubro de 2009
A ARTE DA BIENAL DO MERCOSUL
Já escrevi aqui, uma vez, sobre o cinegrafista Julio Bertagnolli, de Santa Cruz, que foi gravar uma exposição na cidade e o trabalho do artista era um espelho pequeno no meio de uma sala. Só isso. Mas era muito para ele. Revelava os quatro cantos, revelava o eu, mostrava formas diferentes vistas do chão, outros pontos de vista. Um espelho no chão e nada mais. Desde então, uso em muitas ocasiões a frase dita pelo artista para o espantado Bertagnolli: Arte é arte. É isso. Arte é que nem gosto. Não se discute. Se sente.
O que me intriga é o quanto se investe em arte em um evento como a Bienal do Mercosul que acontece até o final de novembro em Porto Alegre. São milhões e milhões de reais. Grandes empresas, bancos, governo federal e estadual botam dinheiro para trazer até a capital dos gaúchos grandes obras. Em uma visita rápida, feita no segundo dia da mostra, tirei várias fotos. Uma Kombi cheia de areia. Uma árvore de cabeça para baixo. Uma casa com raízes saindo pelas janelas. Dá vontade de discutir o valor de algo assim. Por isso vou parando de escrever. Porque arte... é arte.







O que me intriga é o quanto se investe em arte em um evento como a Bienal do Mercosul que acontece até o final de novembro em Porto Alegre. São milhões e milhões de reais. Grandes empresas, bancos, governo federal e estadual botam dinheiro para trazer até a capital dos gaúchos grandes obras. Em uma visita rápida, feita no segundo dia da mostra, tirei várias fotos. Uma Kombi cheia de areia. Uma árvore de cabeça para baixo. Uma casa com raízes saindo pelas janelas. Dá vontade de discutir o valor de algo assim. Por isso vou parando de escrever. Porque arte... é arte.
O TAMANHO DO ÊXODO
Esta semana fiz uma matéria bem legal sobre o tamanho do êxodo rural no mundo. Fomos até o interior de Santo Antônio da Patrulha, na localidade de Morro Agudo mostrar como é a vida por lá.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
MANDEI A CERTIDÃO DE NASCIMENTO PARA O FOGO

Tive um dia de peregrinação. E tudo por causa de uma limpeza que fiz nas gavetas de casa no mês passado. Entre tanto lixo e bobagens, botei em um saco para serem queimadas, a minha certidão de nascimento original e uma cópia. Elas só não viraram cinza porque o meu pai viu os documentos antes de acender o fósforo e os retirou da pilha de lixo.
O problema é o seguinte: preciso refazer a carteira de identidade. O documento que tenho é de 1990, quando ainda estou cheio de cabelos e magrinho que nem um piá de 14 anos. Lembro que saí da educação física, suado, e fui tirar a foto para a carteira. Hoje acordei seis horas da manhã e fui para a avenida João Pessoa, aqui em Porto Alegre, onde fica o Departamento de Identificação. Ali são as feitas em uma semana as carteiras de identidade (bem mais rápido do que no centro da cidade, onde fica o Tudo Fácil, já chamado de Tudo Difícil). Depois de esperar meia hora na fila, a moça me disse que preciso de uma certidão de nascimento autenticada. Não adianta a carteira antiga, o passaporte, CPF, carteira de motorista. Tem que ser a certidão. Liguei lá para a casa de meus pais, no interior do estado para saber se eles não sabiam de alguém que viesse a Porto Alegre hoje. Não sabem. Será que eu teria de ir até lá buscar as certidões que joguei fora?
Foi quando lembrei de uma matéria que fiz no Arquivo Público do estado. Na época, a mulher me disse que eles tinham documentos de meio mundo lá dentro. Liguei para o 3288.9100 e a Sandra me disse que eles tem as certidões de todos os gaúchos que nasceram entre 1929 e 1975. Bingo! Nasci em 1974. Ela só pediu meia hora para verificar se a certidão estava mesmo lá e que depois eles fariam uma cópia.
Ótimo, pensei eu. Depois só teria de pegar a cópia e passar em um tabelionato para fazer a autenticação do documento. Talvez mais uma hora na fila, mas bom demais para quem tinha jogado os papéis fora por descuido.
No final da manhã, fui buscar minha certidão. Estava pronta a cópia, com carimbo especial e... surpresa: autenticada. Me livrei da fila do tabelionato. E o melhor de tudo. Não precisei pagar nada. O Estado paga. Um serviço que funciona! É ou não é uma maravilha? Daqui a pouco vou para o Departamento de Identificação fazer a segunda via da dita carteira. A foto eles tiram na hora. Bem diferente daquela vez em que saí correndo do colégio. A última fila vai ser o de menos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O BALÃO QUE PAROU O MUNDO

Onde você estava na tarde de quinta-feira, 15 de outubro de 2009? Por um momento, pensei que esta pergunta poderia ser feita um dia. Me senti diante de um daqueles momentos como a chegada do homem na lua.
Eram três da tarde quando descobri, pelo Twitter, que Falcon, um menino de 6 anos estava preso em um balão e voando pelos céus do estado do Colorado, nos Estados Unidos. Disseram que as imagens estavam ao vivo na CNN. Ligamos a TV na redação. A Globo News também começou a transmitir tudo ao vivo. O balão prateado voava rapidamente por lagoas, lavouras e plantações. Como a parte de baixo dele era fechada, não conseguíamos ver onde estava o menino.
Diversos sites também começaram a transmitir o voo. Tudo ali, na tela do computador, de câmeras diferentes. Na mesma hora, o Twitter passou a registrar este assunto entre os mais comentados do mundo. Ballonboy, Saveballonboy, Colorado, Denver e CNN passaram a figurar entre os Trending Topics, as palavras mais escritas no blog coletivo.
Na redação, muita gente apavorada. Mães, como a colega Greetchen Ihitz, começam a imaginar o próprio filho naquela situação e ficam desesperadas. O balão começou a de despedaçar, parecia murchando e foi, foi, até que cáiu no meio de uma lavoura. Aí, a surpresa: não havia menino nenhum dentro dele. A CNN diz que a criança deve ter caído antes das tvs iniciarem a transmissão pelo mundo inteiro. Onde está a criança? É a nova pergunta do dia. O dia em que o mundo parou para ver um balão vazio cruzar o céu norte-americano.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
MEUS VIZINHOS DE "A VILA"

Não sou muito amável com os meus vizinhos. Na verdade, apenas cumprimento e era isso. Acho o fim da picada ficar conversando em elevador com quem a gente não conhece. Um dizendo uma bobagem para o outro, coisas do tempo. Pra quê? Mas se chega uma senhora eu abro a porta, ajudo a levar compras, sou gentil na medida da boa educação. Nada além disso.
Tem uma família de vizinhos aqui no prédio que é muito estranha. Ela é formada por um casal e uma guriazinha loira. Eles estacionam o carro ao lado do meu na garagem e por isso a gente sempre se cruza. Eu sempre cumprimento. Eles, nem sempre respondem. São estranhos porque a mulher se veste de forma antiquada. O homem também. Usam óculos, cabelos compridos. E as roupas, eu juro, devem ser dos anos 70. É como se ao vê-los eu estivesse vendo um filme da década em que eu nasci. Apelidei essa gente de "A Vila", porque eles me lembram os personagens do filme com este nome do M. Night Shyamalan, o diretor de Sexto Sentido. O filme conta a história de um grupo de pesquisadores que resolveu fugir da violência do mundo atual. Eles foram criar os filhos no meio de uma floresta. Lá, usando roupas antigas, tentam viver em harmonia, como se o tempo tivesse parado e aquela fosse uma vila do século 18.

É comum eu chegar de carro e A Vila estar saindo. Fico puto da cara porque eles demoram muito para sair ou para chegar. Ficam pegando as mochilinhas da Vilinha, sempre esquecem de alguma coisa... e fazem tudo isso com as portas abertas, o que me impede de estacionar o carro na minha vaga. Mas A Vila não está nem aí. Eles saem do carro e atravessam a garagem alheios ao mundo exterior. Teve um dia que eu tentei sair com pressa e bati em um carro que estava atrás. Desci, olhei com o dono do carro e achei que o pai de A Vila, que estava saindo do carro dele, iria chegar e perguntar ao menos se estava tudo bem. Que nada! Ele passou como se estivesse indo para o castelo. Nem te ligo. E nem boa noite.
Pois há mais de um mês, A Vila sumiu. A vaga está ali, vazia e nada de um carro estacionar. No começo, pensei que eles tivessem ido viajar para algum lugar, o que é raro de acontecer. Depois, que estivessem de férias. Se bem que a Vilinha já deve estar na aula. Pensei, pensei e não cheguei em conclusão nenhuma. O fato é que a vaga está lá e eu fico cheio de vontade de estacionar nem no meio da risca. Garanto que se fizesse isso, A Vila voltaria. Mas não quero que eles voltem. Deus me livre. Espero que tenham partido para Alvorada, cidade que estava na placa do carro deles. E que os próximos vizinhos sejam gentis e educados, como eu. Ou que apenas digam bom dia e boa noite. Não preciso de mais nada.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A GORDA E A FINA

Rejane e Karina não se conhecem. Nesta terça-feira, elas falaram por telefone, pela primeira vez. Rejane é camareira. Karina é jornalista. As duas trabalham em emissoras de TV diferentes mas tem um monte de coisa em comum. São alegres, bonitas, cheirosas, elegantes, inteligentes, espalhafatosas e falam alto. É impossível não percebê-las se elas estão em uma sala.
Foi o olho clínico da Karina que descobriu a Rejane em um post sobre o aniversário dela que eu escrevi aqui no blog. Desde então, virou fã da gordinha do camarim. Sempre que me vê pergunta dela.
Hoje, a Karina almoçou comigo e depois quis passar em uma loja de doces para comprar uma lembrancinha para a Gorda. Comprou um doce de chocolate. Deixou um cartãozinho assinado dizendo que mesmo sem conhecer, já adora a Rejane.
Quando cheguei na tv e fui fazer a entrega, a Gorda se emocionou. Quase chorou. Deu uma mordida no doce feliz da vida. Na hora, liguei para a Karina e fiz as duas se falarem. Foi um auê. Pareciam amigas de infância. Agora, a meta da Karina é fazer com que eu leve a Gorda para um almoço no shopping. Já vi que vou sobrar nessa história. Quando as duas se juntarem, ninguém mais vai segurar. Mas com certeza, vai ser muito divertido.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
PARA ATIÇAR O MEDO E A CURIOSIDADE

Estreiou há menos de um mês nos Estados Unidos a série Flash Forward. Assisti aos dois primeiros episódios pela internet e resolvi escrever um pouco porque não é todo dia que um programa mexe comigo desse jeito. Aconteceu com LOST, com a já acabada Prison Break e poucas mais.

Atualmente, LOST e Damages dividem espaço no meu ranking como as melhores séries em exibição. No recesso das duas, perdi um pouco a vontade de acompanhar as outras. E a expectativa não andava muito boa. Grey's ficou triste e arrastada e Heroes insuportavelmente chata - parei de ver na metade da terceira temporada.

Quando tudo parecia cair de vez no marasmo, surgiu aquela que me fez de novo encher a boca para dizer: puta que pariu. Flash Forward ressuscitou sensações que só LOST e Prison Break despertaram em mim nas primeiras temporadas. É aquela vontade de ver mais, mesmo sabendo que o coração está acelerado e parece que vai sair pela boca. Começo a suar frio e fico de olho grudado no tempo, querendo que acabe e que nunca acabe. É a deliciosa sensação de curiosidade misturada com medo. Na história da série, ocorre um apagão de consciência em todo o planeta. 2 minutos e 17 segundos com todo mundo fora do ar. Quando a população acorda, o caos está instalado. Aviões caíram, trens desgovernaram, prédios estão em chamas. E as pessoas se recordam de um "sonho" que se passava no futuro. O primeiro episódio termina com um gancho digno de deixar a gente com gosto de quero mais. É o tal do puta que pariu que falei lá em cima. Dá vontade de gritar: como assim? Quem é? O que houve? As dúvidas continuam no segundo episódio. E aumentam, como tem que ser. Foi o bastante para eu ser conquistado. Se é o novo LOST ou não, só o tempo irá dizer. Mas vai me manter ligado até que o pessoal da ilha não retorne. Para quem não viu, sugiro que assista o mais rápido possível. E que espere pela cena no final dos primeiros 42 minutos, no estádio, quando as câmeras de segurança mostram todos dormindo. Ou quase todos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
BETO, O ACUPUNTURISTA

Foi a ex-colega Letícia Palma, hoje cidadã da APEX e do mundo, quem me indicou o Beto. Carlos Alberto é o nome dele. Nos idos de 2004, fiz uma série de reportagens para o RBS Notícias sobre quem lucra com o stress. Mostrei medicamentos, massagens relaxantes, meditação, etc e o Beto. Fui gravar durante uma sessão dele com uma paciente. A mulher estava quase coberta de agulhas. Me assustei. Sempre tive medo desta história de agulhas. E se doesse? E se saísse sangue?
A mulher, entrevistada da matéria, me convenceu a experimentar. Marquei uma hora só porque estava com uma alergia terrível que nenhum alergista da cidade conseguia resolver. Fiz mil exames e não indicava nada. Três sessões com o Beto e as alergias desapareceram. Virei cliente. Indiquei para amigos. E sempre voltei de vez em quando.

Além das agulhas, ele usa uma sementinhas na orelha. Tudo para fazer a gente trocar o stress pela paz. Lá no consultório, que ficava na Rua Duque de Caxias, eu chegava a cair em sono profundo durante a sessão. Acordava leve, nem parecendo a mesma pessoa estressada que chegou. No ano passado, a minha mãe, com 70 e poucos anos, estava com tanta dor nas pernas que não conseguia nem dormir. Eu ficava triste cada vez que ligava e ela estava chorando. Indiquei o Beto. Não preciso dizer que dez sessões bastaram para ela esquecer da dor, né?
Pois do nada, o Beto sumiu. Este telefone não existe, diz o número para o qual eu sempre liguei. Nenhum aviso na porta do prédio lá na Duque. Como assim? E agora? A mãe terminou as sessões antes desta mudança. Fiquei desolado.
Para minha surpresa, hoje, recebi um telefonema da minha tia Ida, de 90 anos. A mãe tinha falado para ela sobre o acupunturista e a tia foi. E tem o telefone novo e o endereço novo também. Beto trocou um consultório no centro por outro no Moinhos de Vento. Está atendendo na Quintino Bocaiúva, 655, sala 24. É quase na esquina com a 24de Outubro. O telefone para marcar consulta é o 3268.4551. Vou marcar a minha agora. Tem que ser com bastante antecedência porque ele só atende às terças e quintas. Nos outros, fica em Novo Hamburgo. Vamos ver como está a procura.
- Alô. Consultório de Fisioterapia e Acunpuntura, boa tarde.
- Boa tarde, eu gostaria de marcar uma consulta com o Carlos Alberto.
- Qual o seu nome?
- Cristiano.
- Cristiano, você pode deixar o seu telefone? A secretária dele não está aqui no momento e ela já retorna a sua ligação.
- Ok.
É só para dar mais suspense, né? Eu acho que talvez nem tenha mais lugar na agenda para outubro. Mas bem que ele podia me atender depois de tantos clientes que eu já indiquei. Pois bem... vou aguardar a secretária. Quem estiver precisando de um bom acupunturista, aqui fica a dica.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
MALU MADER FOREVER

Quem me conhece sabe. Eu sempre fui fã da Malu Mader. Desde Corpo a Corpo, Anos Dourados, Tititi, O Outro... Colecionava fotos dela em uma pasta, tinha todas as revistas em que ela estava na capa. Já tive xerox do autógrafo dela e comprei os discos de novela em que ela aparecia. Suava frio quando a encontrei pela primeira vez e pedi para tirar uma foto. O coração parecia sair pela boca. Hoje, sinto falta de vê-la na tv, mas continuo acompanhando tudo como posso. Há 20 anos, ela era a estrela da novela mais comentada pelos adolescentes brasileiros. Quem assistiu Top Model que estreiou em setembro de 1990, sabe do que eu estou falando.
As músicas da vida da Malu
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
O DESFILE DE 7 DE SETEMBRO

No meu primeiro feriado em muitos anos, fiquei na frente da tv vendo o desfile pela TV Com. Imagens de Porto Alegre, Brasília e Santa Maria, que tem o segundo maior contingente militar do país. Eu gostava muito dos desfiles de 7 de setembro quando era criança. Tinha toda aquela preparação, meses antes, nas aulas de educação física. E no dia 7, todo mundo lá. Os parentes na beira da calçada, aplaudindo, tirando fotos. Era emocionante participar, embora o desfile tivesse que ser em marcha, como se nós, pequenos alunos, fôssemos soldados da pátria amada.
Ver o desfile pela tv é esperar por coisas engraçadas. Tem sempre um cavalo enlouquecido que se atravessa na frente de todos e quase atropela o grupo. Acabei de ver um. Tem senhores de oitenta anos cheios de medalhas, com o peito estufado de orgulho, feito pomba que se encheu de milho. Tem casais de abrigo adidas. Tem criança vestida de soldado. Tem cachorros e carros antigos. E tem gente que parece se perguntar: o que é que eu tô fazendo aqui?
O desfile de 7 de setembro é antes de tudo um momento onde todos parecem saber o Hino Nacional. Eu sei. Decór. Também sei o Hino Riograndense e o Hino da Bandeira. Sou do tempo em que se aprendia isso na escola. E é o tipo de coisa que a gente não esquece, como a tabuada. Por isso, que não venha a Vanusa defender uma mudança, do jeito que fez ontem, no Programa do Gugu. Não sabe cantar? Fica em casa. Está com labirintite? Vai no médico. Não quer ver o desfile pela TV? Durma a manhã inteira no feriado. Ou aproveite para atualizar o blog!
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